Posted 1 June 2012, 21 minutes ago | 30,625 notes | reblog this post
(originally itsburied / via faltadeoquefazer)
Se o mundo lá fora dá medo, é porque ainda não viram o mundo aqui dentro. Dá arrepios, assusta, apavora. E sabe o que é pior? Não tem pra onde correr e nem se esconder.
Thiara Macedo (sdpm)

c-landestina:

“Uma parte de mim acredita em finais felizes, a outra acredita que só existem finais, mas não felizes. Prefiro acreditar na segunda opção, é bem menos doloroso e ilusório. Aprendi à não acreditar em todo aquele romance que são trazidos em filmes, livros. Sei que pode existir o tal “amor puro”, mas sei também o quão raro ele é. Viver é enfrentar a realidade, mesmo sendo dolorosa. Quando criança sonhava em poder sentir esse amor tão encantador, hoje só penso em me livrar de qualquer hipótese de me apaixonar. O único amor que me convêm é o nomeado “amor próprio”, aquele que te faz feliz, sem depender de ninguém, apenas de si. Queria que a vida fosse como um livro, que mesmo a personagem passando por problemas, existe sempre seu amado ao seu lado, à protegendo contra tudo, contra todos e no fim ela sempre encontra seu tão esperado ponto de felicidade. Mas, as vezes não é bem esse contexto seguido, é bem pelo contrário. Na história realista nem sempre à o apoio de alguém, te protegendo de tudo. A solidão muitas vezes nos persegue, é a única que realmente nos entende, é até melhor assim, ficar só, refletindo ao invés de forçar sorrisos. Por isso que preciso do amor próprio,  entende? Ele me fará sorrir sem precisar usar minha falsidade, enquanto o amor nos fará tão feliz quanto ao mesmo tempo aflita. Quem sabe a solidão seja minha sina? Não que eu queira. Mas o amor parece não ser bem meu “amigo”, foge quando eu mais o necessito. Quero distância desse amor maluco que nos pega e nos prende com uma facilidade horripilante, quero ser presa com minha auto-estima, com meu amor por mim, afinal, devo me amar para depois amar outros.” - Sabrina Mota. (c-landestina)

Posted 1 June 2012, 25 minutes ago | 46 notes | reblog this post
(originally c-landestina / via faltadeoquefazer)

Quando alguém fala de chocolate na sua casa:

as-empreguetes:

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Posted 1 June 2012, 25 minutes ago | 1,805 notes | reblog this post
(originally as-empreguetes / via faltadeoquefazer)

Eu chegava a sentir pena, daquela menina, indefesa e tristonha sentada em um canto qualquer, completamente escuro e solitário do quarto. Aquela mesmo, que chorava durante horas, dia e noite, e nem se quer saia para se acalmar sentir o calor do sol ou até mesmo sentir o pouco do ar frio e quase congelante do lado de fora. Mas agora, eu entendi. Anda tão frio ultimamente não é mesmo? Depois que ele se foi, o sol não clareou mais seu dia, não aqueceu mais seu corpo, sua alma, ou é engano meu? E a luz que adentra sua janela até teu peito, continua sendo arrepiante e entorpecida pela solidão. Eu realmente sinto muito. Por perderes a pessoa que lhe aquecia em noites vazias e congelantes como estas últimas. Por não sentires mais o aconchego daqueles braços em dias chuvosos e escuros. Sinto muito, por mim mesma estar assim. Sentindo o frio misturando-se com a enorme falta, em sua pele. Sentindo a dor, a imensa dor e solidão no coração. Eu sinto muito, por estar perdida nos vazios da escuridão. Mas sentir muito não o trará de volta, nada disso fara que ele volte. Ele se foi, simplesmente se foi, foi-se para nunca mais voltar. E o que restou? Apenas dor, dor que corrói que arde que queima em meu peito.   Já não sei o que fazer para essa dor ir embora. Tentei de tudo, tanto do bom quanto do ruim. Fumar não adiantou, pois a dor não quis se dissipar junto com a fumaça. Afogar as mágoas em bebidas fortes e baratas só me trouxe problemas de saúde. Quis matar a dor e não percebi que ela estava me matando. Fui mudando sem perceber. Fiquei mais fria. Era ríspida com as pessoas, e admito a arrogância dominou-me. As pessoas começaram a se afastar de mim. E cada vez mais só eu fui ficando. O que estava acontecendo comigo? Eu não era assim. Não queria ser assim. Mas acabei me transformando, me modificando por causa do vazio que ele deixou dentro de mim. Tinha um buraco no meu coração que, eu sabia, jamais seria preenchido. Aquela dor latejante me demonstrava que era apenas o começo. Como conviver com aquilo? E até quando teria que suportar essas dores malditas? Ouvia sempre, de um ou outro, que o tempo curaria as feridas. Esperei. Vi o tempo passar, dias e semanas transcorrerem sem que nada mudasse. Todas as noites, aquele vazio na cama me fazia entender que não tinha mais volta. Era inútil esperar sentada na janela, ver ele entrando pelo portão que saiu da ultima vez que o vi. Criar falsas expectativas só estava piorando a situação. Apenas era bom criar ilusões, até porque a realidade era dolorosa de aceitar. Difícil era convencer a mim mesma de que tudo tinha se findado. Eu precisava ser forte para agüentar a verdade e ainda assim seguir em frente. Onde encontraria forças eu não sabia, apenas sabia que necessitava delas. Todas as vezes que as juntava a dor ia e as consumia, tirava elas de mim. Minha inutilidade foi ficando tão evidente que resolvi desistir de mim mesma. Resolvi deixar as coisas do jeito que estavam, já que lutar era inútil. “Não adianta tirar da mente o que não sai do coração”. Pois não é isso que dizem? GabrielaSabrina e Ana (en-fraquecidos)

Posted 1 June 2012, 28 minutes ago | 74 notes | reblog this post
(originally en-fraquecidos / via faltadeoquefazer)
Posted 1 June 2012, 31 minutes ago | 18,659 notes | reblog this post
(originally ggrint / via fukingperfect)

Paciência… Paciê… Pa… P… Puta que pariu

Uma criança cai e chora alto até a mãe escutar, mas quando cresce e leva uma rasteira da vida, começa a chorar escondido e bem baixinho no escuro do quarto, pra não precisar explicar uma dor que não corta e machuca bem mais do que um joelho ralado.
Posted 1 June 2012, 32 minutes ago | 2,014 notes | reblog this post
(originally deploravel / via faltadeoquefazer)

Só observo. Falo nada não.

Posted 1 June 2012, 34 minutes ago | 64,540 notes | reblog this post
(originally youmakemewonder2 / via onlyasolitary)
Às vezes você precisa agir como se não se importasse. É melhor, dói menos.
Tati Bernardi    (via sociedadedospoetasmortos)
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